Li esta frase e não é mais do que uma verdade nua e directa!
Não, nao s epode construir sobre ruinas...tem de se começar de novo. Pode-se quanto muito usar algum do material e reconstruir.
Meu casamento acabou...devido a problemas financeiros, perdi minha casa. Voltei para casa de meu pai, aonde um outro inferno se iniciou.
Estou com a minha vida anestesiada e vivo porque respiro e meu coração ainda trabalha...
Minha unica alegria é minha filha...mas até onde pode ir o meu amor de mãe? Até onde pode ir a minha vontade de viver unicamente para ela?
Em Dezembro ele regressou, aquele que sempre amei e que nunca saira do meu coração. Foi um reencontro...mas sei que aquele reencontro foi um erro.
Foste embora novamente, e fizeste promessas...promessas essas que não queres cumprir.
Para mim, meu querido, eras a forma de eu voltar a vida...sair da casa de meu pai e voltar a respirar, deixar de andar anestesiada.
Mas tu, como sempre tens um MAS e nada dizes, ficas dias sem ligar e já percebi que mais uma vez, vamos nos separar...como estas coisas doem e tendem a piorar a cada reencontro, já decidi meu querido...amor da minha vida...que não haverá mais nenhum reencontro e que para nós os dois não há mais mais tentativas, nada!
Tudo tem um principio meio e fim...e para nós ele chegou!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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